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Dinamarca proíbe parentes de jogadores na Copa do Mundo

  • coberturasespeciai
  • 4 de nov. de 2022
  • 1 min de leitura

Entidade critica organização do torneio pelo histórico polêmico de violação dos direitos humanos cometidos no país


Por: Mateus Rizzo

Foto: Reprodução/Internet


A Federação Dinamarquesa de Futebol anunciou algumas medidas que serão tomadas como protesto aos casos de violação dos direitos humanos ocorridos no Catar. Dentre as principais decisões do time, está a proibição de que as famílias dos jogadores viajem para a Copa do Mundo. A decisão representa uma forma de protesto contra o lucro do Catar obtido com o evento esportivo.


Jakob Hoyer, gerente de comunicação da federação, se manifestou abertamente sobre o caso: “Não queremos contribuir para gerar lucros para o Catar. Portanto, reduzimos nossas atividades de viagens o máximo possível”.Além disso, a DBU (Associação Dinamarquesa de Futebol) tem planos de limitar o número de pessoas que viajarão para o torneio em novembro. A restrição visa garantir que apenas os jogadores e a equipe envolvida no evento viajem para o país.


Outra medida tomada pela seleção foi a escolha de esconder o escudo e os patrocinadores na camisa, para que desta forma, a marca não seja associada ao mundial. Desde o período das obras de preparação do país-sede, a seleção dinamarquesa se manifestou contra as acusações de violações dos direitos humanos cometidas no Catar. O país sofre grande rejeição internacional desde que recebeu, em 2010, o direito de sediar a competição de futebol de maior prestígio do mundo.

Jakob Hoyer (gerente de comunicação da federação) / Foto: Reprodução/Internet


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