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Seleções europeias desistem de usar braçadeiras “One Love” no Catar

  • coberturasespeciai
  • 21 de nov. de 2022
  • 2 min de leitura

Países do Reino Unido e do centro da Europa voltaram atrás na decisão de representarem a comunidade LGBTQIA +


Por: Henrique Fontes e Vitor Cesar

Michael Regan - The FA/The FA via Getty Images


Por meio de uma declaração, Alemanha, Bélgica, Dinamarca, Holanda, Inglaterra, País de Gales e Suíça anunciaram que não vão mais usar a braçadeira “One Love”, símbolo de apoio à comunidade LGBTQIA+, durante a Copa do Catar. A decisão de abandonar essa representatividade aconteceu devido ao receio das delegações esportivas de que seus capitães já começassem a partida penalizados com um cartão amarelo.


De acordo com a nota, as sete federações nacionais declararam estar prontas para arcar com o custo de multas relativas ao uso da braçadeira, mas não esperavam punições aos seus jogadores.


“Estávamos preparados para pagar multas que normalmente se aplicariam a violações dos regulamentos do kit e tínhamos um forte compromisso de usar a braçadeira. No entanto, não podemos colocar nossos jogadores na situação em que possam receber um cartão amarelo ou até mesmo serem forçados a deixar o campo de jogo.” diz a nota.

A FIFA comunicou as seleções que os capitães que vestirem a braçadeira em partidas serão penalizados com cartão amarelo antes mesmo de o jogo começar. Segundo as regras da federação, o equipamento das equipes não deve conter slogans, declarações ou imagens políticas, religiosas ou pessoais e, durante as competições finais da FIFA, o capitão de cada equipe "deve usar a braçadeira de capitão fornecida pela Federação".

Quando questionado sobre a falta de apoio público para a utilização da braçadeira, o presidente da FIFA, Gianni Infantino, respondeu evasivamente. “Temos regulamentos claros sobre a braçadeira. Temos e participamos de campanhas sobre diversos temas, campanhas que são universais. Precisamos encontrar tópicos aos quais todos possam aderir. Este é um elemento importante para nós'', declarou.


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