Grandes filas e demora na votação deixam de ser um problema no segundo
- coberturasespeciai
- 31 de out. de 2022
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Diferente do 1º, votação do 2º turno teve menos filas e relatos de longas esperas
Por: Pedro Mello
Foto: Dogival Duarte/Rádio Santa Cruz

Filas pequenas são vistas no centro da cidade de Santa cruz do Sul, Rio Grande do Sul.
O segundo turno das eleições, que aconteceu neste último domingo (30), ocorreu de forma tranquila e sem grandes transtornos para eleitores em diversos lugares no país. O primeiro turno foi marcado por filas, longas esperas e insatisfações por parte dos eleitores em diversos locais do país. No colégio eleitoral “Legião da Boa Vontade”, localizado em Maria da Graça, zona norte do Rio de Janeiro, centenas de pessoas tiveram de esperar cerca de duas horas e meia para conseguirem votar.

Pessoas esperam hora de votar no colégio LBV, em Maria da Graça, Rio de Janeiro Foto: Pedro Mello
Segundo informações da Agência Brasil, o ministro Alexandre de Moraes disse após o primeiro turno que os problemas que causaram as filas estavam sendo equacionados com os tribunais regionais eleitorais (TREs). “O TSE já está planejando e tomando todas as medidas necessárias para que as filas que ocorreram em algumas seções eleitorais não voltem a acontecer no próximo turno. Isso será realizado para que o eleitor tenha uma votação mais confortável”, afirmou o presidente.
Para evitar novos problemas nas votações do segundo turno, a Justiça Eleitoral utilizou algumas medidas a fim de agilizar o processo. Até a véspera da eleição, mesários tiveram a possibilidade de acessar o treinamento virtual disponibilizado pelo TSE para revisar conteúdos ou realizar a capacitação, para quem ainda não havia feito o curso. O treinamento estava disponível na página de Educação a Distância do TSE e no aplicativo Mesários.
Caio Marques, estudante de 19 anos, relatou que a sua primeira experiência nas eleições foi cansativa. “ Onde eu fui votar demorou quase duas horas. Cheguei meio-dia e quinze e saí duas e dez de lá. Tudo bem que era hora do almoço, mas mesmo assim, tanto eu quanto minha mãe levamos duas horas na fila”, afirmou o estudante. Em contrapartida, Caio afirmou que a experiência do segundo turno foi “totalmente diferente do primeiro” e que ele pôde votar em questão de alguns minutos.



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